segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Brasil tem diversas cachoeiras para serem visitadas; conheça algumas


Cachoeira do Caracol, em Canela (RS)

O Brasil possui algumas das maiores e mais belas quedas d'água do Mundo.

São vários nomes: Cascata, é quando as águas descem em dregaus. Catarata, quando formam uma grande cortina. Salto, quando caem em forma de esguicho. Véu de Noiva, queda d'agua, catadupa, tombo, cachão... o nome não importa. Para quem gosta de natureza e aventura, as águas que caem transmitem encanto e boas energias.

Tem coisa mais relaxante do que um banho de cachoeira? 
Veja abaixo algumas das cachoeiras mais famosas do país.

Cachoeira do veloso (Ilhabela-SP): 
Da Cachoeira do Veloso, é possível ver uma das mais belas vistas de Ilhabela. São três cachoeiras, com 50 metros de queda, em um mesmo rio. A Cachoeira do Veloso começa em uma praia de mesmo nome. A caminhada é tranquila e dura cerca de 40 minutos.

Cachoeira do Caracol (Canela - RS): 
A cascata do Caracol fica entre os municípios de Gramado e Canela. Surge no meio da Serra Gaúcha e tem 130 metros de queda livre. Além do mirante, também é possível observar a paisagem em cima de um elevador panorâmico situado dentro do Parque Estadual do Caracol.

Cachoeira do Salto Grande (Corupa - SC): 


Faz parte de um circuito chamado Rota das Cachoeiras. Localizado ao norte de Santa Catarina, o parque é um verdadeiro abrigo ecológico e possui uma trilha com 14 quedas d'água em uma área de 100 hectares. A principal é a Salto Grande com 125 metros de altura.

Cataratas do Iguaçu (Foz do Iguaçu- PR): 


Um conjunto com cerca de 275 metros de quedas d'água no rio Iguaçu, localizada no Parque Nacional do Iguaçu. Uma das novas 7 maravilhas do Mundo, espetacular!

Cachoeira do Itambé (São Benedito das Areias - SP): 
Um paredão de 84 metros de altura com uma queda d’água de alto volume. Uma das mais espetaculares cachoeiras em São Paulo, localizada no município de Cássia dos Coqueiros.

Cachoeira do Tabuleiro (Conceição do Mato Dentro - MG): 
É uma das mais belas do Brasil. A água serpenteia por 273 metros até chegar a um poço como um spray.

Cachoeira Conde D'eu (Sumidouro - RJ): 
Possui 127 metros de queda. O impacto de uma nuvem de água formam arco-íris em dias de sol.

Cachoeira da Fumaça (Alegre - ES): 
Tem 144 metros de altura.

Cachoeira Boca da Onça (Bodoquena - MS): 
Com 156 metros de altura, é a mais alta do estado.

Cachoeira Véu da Noiva: 


Cartão postal da Chapada de Guimarães, é formada pelo rio Coxipó, com 86m de queda livre, e é o principal ponto de visitação do Parque Nacional.

Cachoeira Santa Bárbara (Cavalcante - GO)
É uma das mais visitadas na Chapada dos Veadeiros. Para chegar até a cachoeira da Santa Bárbara percorrem-se 5 km de trilhas passando por uma região de cerrado.

Cachoeira do Tororó (Santa Maria - DF): 
Possui 18 metros e é um local bem popular para amantes de rapel.

Cachoeira Buracão (Ibicoara - BA): 
Fica na Chapada Diamantina. Para chegar a queda é preciso caminhar por passagens estreitas e nadar para chegar pertinho da cascata.

Cachoeira do Formiga (Mateiros - TO): 


É uma pequena queda d'água, cercada por uma vegetação exuberante, de árvores altas, samambaias e moitas de palmeiras nativas. Mas o espetáculo mesmo fica por conta da piscina formada ao pé da cachoeira, onde águas de um verde-esmeralda encantador convidam ao mergulho.

Cachoeira do Rio Mandi (Teixeirópolis – RO): 
Localizada dentro da pousada Vale das Cachoeiras a cachoeira do rio Mandi, com queda d'água livre de 32 metros de altura. O vale conta com pelo menos mais 10 cachoeiras menores com queda d’água livre de três a 10 metros de altura.

Cachoeira El Dourado (Serra do Aracá - AM): 
Localizada na Serra do Aracá na cachoeira El Dorado, com a maior queda livre do Brasil, superior a 350 metros.

Cachoeira da Formosa (Serra do Divisor - AC): 
Três quedas com cerca de 5 metros de altura cada. Entre o primeiro e segundo desnível, há um poço de 30 metros de largura.

Cachoeira do Urucá (Uiramutã - RR): 


Possui 20 metros de altura. Sua água cai em um poço com água transparente, de tonalidade levemente esverdeada. Alguns quilômetros abaixo, no mesmo igarapé, encontra-se a ‘cachoeira das Sete Quedas’, com uma sucessão de quedas d’água e piscinas naturais.

Cachoeira de Santo Antonio (Laranjal do Jari - AP)
É formada por processos vulcânicos ocorridos há milhões de anos atrás, com quedas d'água a despencar de uma altura de 30 metros.

Poço Azul (Riachão - MA): 
Águas cristalinas do poço azul, formado por uma queda d'água, proporcionam banhos espetaculares, um ótimo local para relaxar.

Cachoeira do Riachão (Piracuruca - PI)
Só funciona na estação das chuvas. No verão seca totalmente, percebendo-se apenas um imenso paredão de pedra. Fica no Parque Nacional de Sete Cidades.

Cachoeira de Macambira (Macambira - SE)
É conhecida como uma das principais cachoeiras do estado de Sergipe.

Cachoeira do Roncador (Pirpirituba - PB): 
Encravada entre os municípios de Pirpirituba, Bananeiras e Borborema, é um lençol d'água que desaba de uma altura de 40 metros.

Cachoeira do Anel (Viçosa - AL)
É formada pelo rio Caçamba, uma das bacias do rio Paraíba, a cachoeira faz parte da Fazenda Cachoeira Grande a 14 km de Viçosa.

Cachoeira Planaltina (Brasil Novo - PA): 


O município é conhecido pelas cachoeiras, corredeiras, cavernas e grutas que mais se destacam graças ao tom de suas águas esverdeado.

Cachoeira do Frade (Ubajara - CE): 
O Parque Nacional de Ubajara é repleto de atividades de ecoturismo, uma das quedas d'água mais visitadas da região é a cachoeira do Frade.

Cachoeira da Pinga (Portalegre - RN): 
A cidade de Portalegre é famosa por possuir diversas cachoeiras, uma das mais famosas é a do Pinga, duas queda d'água com 36 metros de altura.

Fonte: G1.GLOBO – Turismo e Viagem

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quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Dicas práticas sobre o que levar na mala de viagem

Com passagens e hotel reservados, a mala de viagem é a última coisa com que você precisa se preocupar antes de seguir rumo ao destino de férias dos seus sonhos. Mas fazer a mala não precisa ser uma dor de cabeça, especialmente se você seguir nossas imperdíveis dicas de coisas essenciais para levar numa viagem.

Não saia de casa sem os itens básicos
Aqui é onde o checklist de viagem é mais importante. Uma dica que parece óbvia, mas é absolutamente essencial: afinal, sem esses itens básicos, você vai acabar ficando em casa: cheque uma, duas, três vezes se está levando sua carteira, o passaporte e seu telefone. Deixe tudo isso em local acessível, caso precise deles a qualquer momento da sua viagem e para o aeroporto.

Limite os seus líquidos

Todo mundo já sabe das regras de hoje em dia sobre o que levar na mala de viagem, mas ainda há certa confusão quando alguém tenta passar uma garrafa d’água pela segurança do aeroporto. Para desespero de muitos, as restrições de bagagens nos voos internacionais estipulam que todos os líquidos carregados na mala de mão devam ser menos de 100ml por item, e precisam caber todos em um daqueles saquinhos transparentes de um litro (quase sempre disponíveis na entrada do setor de segurança). Se estiver carregando líquidos maiores que isso, melhor guardar na mala despachada ou vai ter que jogar fora. Por isso, é melhor fazer sempre um checklist de viagem para os seus líquidos.

Leve consigo alguns remédios de emergência

Ok, não é preciso prever ou imaginar toda e qualquer enfermidade possível, mas é bom ter pelo menos um saquinho com aqueles comprimidos e remedinhos básicos. Afinal de contas, ninguém merece ter uma dor de cabeça monstruosa, um febrão por causa do calor, ou um piriri estomacal – ou todas as alternativas anteriores – durante as férias. Muitas vezes, aquele remedinho que você costuma comprar fácil na farmácia nem sempre é disponibilizado para compra sem receita em alguns países. O mesmo vale para remédios para alergia e asma, portanto, lembre de carregá-los com você! O que levar numa viagem em termos de remédios é com você, mas convém levar os básicos como já referimos.

Etiquetas sempre ajudam

A não ser que você seja um espião misterioso, não há razão para viajar sem estar identificado. Muitas malas vêm com etiquetas de praxe para incluir seus dados pessoais, portanto não deixe de preenchê-las! Especialmente no caso de você – ou a companhia aérea – perder sua bagagem!


Preste atenção às restrições de bagagem

Se a companhia aérea disser “peso permitido 23kg”, é porque o limite é mesmo 23kg! O que levar na mala de viagem tem muita importância, assim pese suas malas antes de chegar ao aeroporto e atente sempre para o limite; caso contrário, você poderá gastar uma nota extra no aeroporto ou ter que abrir e rearrumar suas malas ali mesmo para redistribuir o peso até atingir os pesos permitidos.

Pra quê tanto sapato?

A quantidade de pares de sapatos que você deve levar depende essencialmente da duração das suas férias e que tipo de atividades você fará. Mas nós sugerimos que você faça um checklist para a viagem e aconselhamos três pares como uma boa média para uma viagem de 1-2 semanas. Mais importante que volume é a versatilidade, então não se prenda aos stilettos, mas sim a sapatos que você possa de fato curtir as atividades que você planejou para sua viagem. Use seus calçados mais pesados no voo e encha os demais com meias dentro, o que já garante mais espaço livre na mala!

Cosméticos – só o mínimo!

A não ser que você planeje viajar para uma ilha deserta, é bem provável que você consiga comprar um xampu ou um protetor solar das marcas populares em alguma esquina pelo mundo. Se você realmente não conseguir viver sem aquele creme de rosto super especial, leve apenas a quantidade que precisar para sua viagem e nada mais. Assim, você poderá descartar as embalagens maiores e guardar espaço para a viagem de volta!

Não esqueça os adaptadores

Se você, de fato, precisar deles durante a viagem, fuja dos preços exorbitantes do aeroporto e leve-os de casa. Estes itens têm que constar da sua lista de: o que levar numa viagem. Não vai querer pagar muito por um, nem ficar sem bateria quando mais precisar.

Rolinhos e mais rolinhos

Essa é uma regra polêmica, mas achamos que sim, enrolar suas roupas é a melhor forma de guardá-las na mala. Não apenas para evitar que elas fiquem todas amarrotadas, mas também para garantir aquele espacinho extra tão cobiçado na mala. O que nos leva a…

Guarde espaço na mala para as compras na viagem

Seja as comprinhas do duty free, seja os suvenires de viagem, é inevitável trazer mais coisas de volta do que quando você saiu – então não esqueça de garantir um espaço na mala para as lembrancinhas!

Cuidado com os itens mais frágeis

Se você precisar empacotar itens que possam quebrar, como objetos de vidro ou porcelana, embrulhá-los em plástico-bolha e guardá-los entre as roupas no centro da mala é a melhor maneira de garantir que eles cheguem inteiros. Se puder, traga-os na mala de mão, assim você poderá manuseá-los da melhor maneira possível (coisa que só você pode garantir!).

Todos os objetos de valor na mala de mão!

É cada vez menos comum as companhias aéreas perderem malas hoje em dia, mas por que correr o risco? Fique seguro e guarde todos seus objetos de mais valor – da câmera digital ao seu anel de brilhante – na mala de mão.

Carregue uma muda de roupa a bordo

Se sobrar um espacinho na mala de mão, é sempre uma boa ideia carregar uma muda de roupa limpa, incluindo roupa íntima, na sua bolsa, no caso de sua mala de viagem ser extraviada ou seu voo atrasar, e tiver que passar uma noite no aeroporto ou num hotel próximo.

Cheque a previsão do tempo antes de viajar

Dependendo de para onde você vai, a previsão do tempo será ou sua melhor amiga ou sua pior inimiga. Faça chuva ou faça sol, os meteorologistas conseguem dar uma ideia do que esperar no seu destino de viagens. Cheque um dia antes de viajar e, claro, faça a mala de acordo.



Fica aí várias dicas para fazer uma viagem tranquila, agradável e sem preocupação.




Fonte: https://www.momondo.com.br/discover/artigo/o-que-levar-na-mala

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quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Os melhores resorts no Brasil para se hospedar com crianças

Na praia, na fazenda, na serra e no campo, 24 hotéis de lazer para planejar as férias ou um fim de semana perfeito em família.



Confira os melhores hotéis selecionados pela revista Viagem e Turismo deste mês.




IMBASSAÍ (Bahia)

1. Imbassaí Grand Palladium Resort & Spa



Pensando também em quem viaja a dois e prefere o silêncio ao barulho das crianças, uma das vilas só hospeda casais. No mais, à exceção das suítes, não há diferença entre os quartos, todos eles espaçosos, com uma providencial rede na varanda.

A praia fica a dez minutos de caminhada, com acesso por uma passarela de madeira, e há carrinhos elétricos para ajudar no transporte de quem precisa ou não está a fim de caminhar. Paralelo à praia, o Rio Imbassaí é servido por caiaques e pranchas de stand up paddle, basta se animar para descer o curso d’água. Um bar e um restaurante fornecem os drinques e comidinhas all-inclusive para os hóspedes que relaxam nas redes e espreguiçadeiras à sombra dos coqueiros.


“Rivalizando” com a praia, as piscinas atraem um grande público do resort. A maior delas tem pontes de madeira até o bar. Lá os recreadores mandam ver nas aulas de hidroginástica e zumba. Para quem viaja com bebês, o trecho mais concorrido é o da praia artificial, cujo parque aquático infantil tem como grandes estrelas um mini toboágua e um balde que despeja água na criançada. Quer pegar uma piscina sem ouvir os últimos hits da axé music? Há uma área reservada só para os adultos num cantinho afastado da muvuca. Também em lugar mais tranquilo, o spa realiza uma série de tratamentos (cobrados à parte) e reúne academia, sauna e piscina com correnteza.


Os restaurantes concentram-se abaixo do lobby: dois funcionam no sistema de bufê, bom para atender tanta gente, e três, sob reserva, são à la carte – o japonês é o mais disputado. A noitada invariavelmente termina com uma balada na danceteria próximo ao lobby.



Por que é bom para crianças

Dos recém-nascidos aos pré-adolescentes, o lazer contempla todas as faixas etárias. Para os menores, há um baby center, com brinquedinhos e berços – os pais também podem contratar babá por período e alugar um carrinho. A galerinha até os 12 anos corre atrás dos monitores em atividades por todo o hotel, sempre culminando com uma passada pelos brinquedos do Mini Clube.


Para os adolescentes, há um espaço com sala de jogos e videogame. À noite, sempre rola dois shows no teatro, primeiro para o público infantil (com a participação deles), seguido por um espetáculo adulto. Como as vilas são bem distribuídas, cada uma tem a sua copa da mamãe, com leite e frutas frescas.




PRAIA DO FORTE (Bahia)

2. Iberostar Bahia




Localizados dentro de um condomínio fechado a 8 km do centrinho da Praia do Forte, os all-inclusive Iberostar Praia do Forte e Iberostar Bahia contam com quase 1 200 acomodações e dividem um portentoso campo de golfe, um spa recheado de tratamentos e a praia. Mas há diferenças, sutis diferenças, entre os dois resorts, os principais da rede espanhola Iberostar no Brasil. Em tese, quem viaja com criança é direcionado ao Iberostar Bahia, mas isso não significa que uma criança não possa ficar no Praia do Forte. Inclusive a mobilidade entre os resorts é livre, apenas as refeições devem ser feitas onde se está hospedado.

Para reforçar o clima de baianidade, logo no lobby, estátuas de divindades do candomblé dão as boas-vindas aos hóspedes. Na chegada aos quartos, o espaço é tal que comporta bem três adultos e uma criança. Como o mar nem sempre tem ondas amistosas, entra em cena o conjunto de piscinas – desde aquela com axé no volume máximo, na qual os monitores entretêm a galera, até uma para relax total, sem música, ideal para curtir com o bebezinho. As refeições são feitas em um restaurante central, com amplo bufê, mas há também espaços especializados, como uma steak house e um japa, que devem ser reservados até um limite de repetições de acordo com a quantidade de diárias do hóspede.


Por que é bom para crianças
A molecada se diverte a valer em meio ao calor baiano. Além de brinquedos variados, o kids club tem uma piscina infantil separada do complexo aquático. Para os mais velhos, até os 17 anos, há um espaço com salão de jogos e vídeo game. À noite rola uma baladinha ao som de Anitta, Alok e afins. As atividades terminam com dois shows noturnos no teatro do hotel, o primeiro sempre voltado às crianças. Pensando no bem-estar dos pequeninos, o spa ainda criou tratamentos especiais para o bebê e estéticos para a garotada.




PORTO SEGURO (Bahia)

3. La Torre Resort All-Inclusive




Dentre os resorts litorâneos do Nordeste que funcionam no sistema all-inclusive, o La Torre é um dos poucos que não estão diretamente na areia da praia. Mas também não está longe: basta atravessar a rua, ou melhor, a estrada que liga Porto Seguro a Santa Cruz Cabrália. A praia em questão é a do Mutá, uma das mais tranquilas da região, com água morna e calma, protegida por uma barreira de recife.

O resort dispõe de um clube de praia que garante a infra para o hóspede e, se não alcança os decibéis das mega barracas da vizinha Taperapuã, não se furta a tocar os clássicos e as novidades do axé em volume elevado, com os instrutores de dança a postos para ensinar os passos na areia.


Uma vez por lá, o público costuma almoçar no próprio Bar da Praia. O local ainda recebe festas todas as noites, exclusivas para os hóspedes, que podem fechar a programação no mesmo ritmo agitado do dia. Apesar dos 250 quartos, o terreno não é tão grande. Quase tudo está ao redor da piscina principal, outro point efervescente, diferente do tchibum tranquilo proporcionado pelas piscinas menores de outras alas.

O circuito de arvorismo agrada adultos e crianças mais velhas, que ainda podem se arriscar no slackline e nas aulas de capoeira e malabares. Para a molecada mais nova, os monitores organizam brincadeiras por todo o hotel. E os bebês têm um cantinho com brinquedos. Fora do hotel e do all-inclusive, quem quiser explorar a região pode fazer passeios de barco e pedalar por quatro roteiros pelas ruas da cidade ou trilhas.



Por que é bom para crianças

Porto Seguro já não tem o viço dos anos 90, mas ainda é um destino alto-astral. Hospedar-se em um resort all-inclusive numa praia de águas rasas e mornas – e afastada do agito – é uma mão na roda para quem viaja com crianças pequenas. Atividades como capoeira e malabares não são tão comuns em resorts desse gênero.




MARAGOGI (Alagoas)

4. Salinas do Maragogi All-Inclusive Resort




Turistas de todos os cantos vão a Maragogi conhecer suas galés – recifes a 6 km da costa que represam água na altura da cintura. Quando a maré sobe (e não há passeio), a cidade volta à calmaria. Menos em um lugar: o Salinas do Maragogi. Com quase 30 anos, o resort é um dos mais queridos por famílias em férias. Cortado pelo Rio Maragogi, por onde os hóspedes passeiam de caiaque e SUP, fica de frente para um generoso trecho de praia.


Após o café da manhã, a maioria dos hóspedes atravessa a ponte que separa a maior ala de quartos e o restaurante central do restante do complexo, em direção à praia, e encontra o conjunto de piscinas e o bar que não para de servir frutos do mar e cerveja para a galera.


Além das atividades tradicionais, o resort tem uma área mais radical, com arvorismo e uma tirolesa que despenca em direção ao Rio Maragogi. Uma agência instalada no hotel organiza os passeios para as galés, além de promover saídas de mergulho. Nos limites do resort, há desde um playground de plástico para as crianças pequeninas até uma monitoria barulhenta e um kids clube bem equipado para a meninada que vai dos 4 aos 12 anos.



Por que é bom para crianças

Um dos resorts prediletos das famílias, o Salinas fica em um terreno relativamente plano e compacto. A proximidade com a cidade auxilia no caso de um perrengue. O pique dos tios da recreação garante que a galerinha se divirta bastante em atividades terrestres e aquáticas.




PORTO DE GALINHAS (Pernambuco)

5. Summerville Beach Resort




Aberto no ano 2000, o Summerville estreou a leva de resorts que tornaria Porto de Galinhas uma campeã de turistas do litoral brasileiro. E não só. A configuração do hotel também criaria uma tendência, na qual uma enorme piscina sai do lobby/restaurante e segue até a praia, ladeada por blocos de quartos e bangalôs. São 1 200 m² de piscina com passarelas de madeira, toboágua, cascata, área rasa com espreguiçadeiras, trecho para aulas de hidroginástica, área infantil…


Alternar banhos de piscina com o mar, ali, torna-se óbvio. O trecho da Praia de Muro Alto onde está o resort tem pedras e, em certas horas, ondas fortes. Por isso, o hotel monta uma base de praia mais ao lado, em área do mar protegida por uma barreira de recifes, tão calma que caiaques e pranchas de stand up paddle ficam disponíveis para os hóspedes.


Capitulo à parte, o spa, na cara da praia, permite ao hóspede relaxar na massagem ou na jacuzzi vendo o mar.


Quando não estão na piscina ou praia, há grandes chances de as crianças estarem fazendo atividades com os monitores, ponto forte do lazer infantil ou brincando no kids club. Aliás, há um restaurante só pra elas por lá. Para os pais, o bufê do almoço privilegia receitas nordestinas e frutos do mar, e o jantar, pratos de um país diferente por vez. Também à noite, o restaurante Quebramar, de frente para a praia e não incluído na diária, serve um menu degustação.



Por que é bom para crianças

Porto de Galinhas é um destino cada vez mais família e, dos grandes resorts, o Summerville é o que tem a melhor relação conforto/atividades infantis/conjunto aquático/banho de mar.




RIO QUENTE (Goiás)

6. Rio Quente Resorts




O ininterrupto vaivém de vans fazendo traslados para o Parque das Fontes não deixa dúvidas: a diversão dura 24 horas no Rio Quente Resorts, o maior complexo hoteleiro do Centro-Oeste do Brasil. A primeira fonte de águas quentes da região foi descoberta na futura Caldas Novas, em 1722, durante uma expedição bandeirante em busca de ouro e outros minérios. Os hotéis começaram a surgir na década de 60, entre eles a Pousada do Rio Quente. Esse nome, familiar para quem tem mais de 40 anos, não condiz mais com a magnitude do atual Rio Quente Resorts.


Localizado aos pés das suas nascentes de água termal do Parque Estadual da Serra de Caldas Novas, o complexo surgiu em 1964 com o Hotel Pousada e o Parque das Fontes (com piscinas a 37ºC), cresceu na década seguinte com o Hotel Turismo (que tem paisagismo de Roberto Burle Marx) e, já famoso, foi o grande responsável por emancipar o então distrito de Rio Quente de Caldas Novas, em 1988. Em 1997, ganhou o Hot Park, parque aquático com a maior praia artificial do mundo e mais de 20 atrações, entre eles toboáguas como o Xpirado, com 32 m de altura e 146 m de comprimento, e o Half Pipe, escorregador aquático inspirado nas pistas de skate com quase 90° de inclinação.


O Parque das Fontes (exclusivo dos hóspedes) e, principalmente, o Hot Park (aberto ao público) são até hoje as grandes atrações de Rio Quente. A referida Praia do Cerrado, por exemplo, tem 210 m de comprimento, areia branquinha, piscina de ondas e é dividida em três partes: a Praia do Bikini, com shows e esportes na areia; a Praia dos Sonhos, só para hóspedes (mesmo estando no Hot Park); e uma praia dedicada às crianças.


Atividades como mergulho, tirolesa e paintball são cobradas, assim como o espaço Bird Land, um viveiro com micos, papagaios e araras. Para suportar tamanha estrutura, o complexo inaugurou o Cristal Resort, na parte alta do terreno, com um pôr do sol incrível; o Giardino, o Suítes & Flat I e o Suítes & Flat III, a 800 m da portaria, mas com traslados 24h; e o econômico Eco Chalés, a 4 km e sem transfers, mas ao lado do Eko Aventura, parque de esportes radicais, com rafting, arvorismo e tirolesa. Como as diárias contemplam apenas café e almoço (no Eco Chalés, apenas café), além do transporte e do acesso livre aos parques, prepare-se para incluir o jantar no orçamento da viagem.



Por que é bom para crianças

Há tanta coisa pra fazer que é possível ficar dias sem repetir atividade. Enquanto a monitoria cuida dos pequenos, os adultos se banham sossegados. As piscinas mais calmas do Parque das Fontes são ótimas para pais e filhos. No Hot Park, o Hotimbum é um brinquedo infantil com toboáguas, e a Praia do Cerrado tem uma área com águas tranquilas para crianças – adolescentes preferem a parte com ondas. No Eko Aventura, há tirolesas menores para os guris.




ATIBAIA (São Paulo)

7. Bourbon Atibaia Convention & Spa Resort




Quem trafega pela Fernão Dias vindo de SP, ao passar por Atibaia, consegue ver ao longe a imponente construção branca com teto verde que já virou um cartão-postal da cidade. Se parece um hotelão executivo a partir da rodovia, de perto sua majestosa área de 400 mil m² abriga um dos mais completos resorts de campo do país.


São 572 espaçosos quartos distribuídos em 11 andares, os de frente com vista para Atibaia com a Pedra Grande ao fundo, lembre-se disso na reserva – se você não se importar com o afastado barulho da Fernão Dias, claro.


Lazer e convenções vivem em harmonia no resort, graças à localização do centro de eventos no subsolo, fora do trânsito das famílias. Aliás, o grosso da área de lazer fica na parte baixa do terreno, longe até do prédio principal – carrinhos ajudam na locomoção de quem precisar. Estão nesse pedaço o bom conjunto de piscinas, as quadras poliesportivas, o campo de paintball e a área de arco e flecha. O vistoso campo de futebol, porém, é de uso restrito das equipes profissionais– quem sabe você não pega seu time de coração treinando lá?


As refeições incluídas são feitas no envidraçado restaurante central, mas uma cantina italiana, uma gelateria e um espaço voltado à enogastronomia (só para maiores) são outras opções. Por fim, o termo “spa” não está à toa no nome: no 1o andar, o Mandí Nature Spa reúne uma gama consistente de tratamentos e massagens.



Por que é bom para crianças

Os personagens de Mauricio de Sousa fazem toda diferença. Presente também no Bourbon de Foz do Iguaçu, a Turma da Mônica comanda a alegria da garotada. E não são apenas Mônica, Magali, Cebolinha e Cascão, mas a galera toda, do Astronauta ao Jotalhão – ora representados por atores fantasiados, ora dando nome a atividades no enorme kids club. No Espaço Chico Bento e no Sítio do Vovô, os brinquedos manuais e a horta orgânica estimulam os sentidos das crianças. Para a moçadinha mais velha, a moderna pista de boliche agrada em cheio.




CAMPOS DO JORDÃO (São Paulo)

8. Vila Inglesa




Inaugurado em 1947, o hotel foi um dos símbolos da elite paulistana que não tinha residência de inverno em Campos. A construção em estilo normando logo virou cartão-postal na saída da Vila Capivari em direção ao Pico do Itapeva. Coroando os anos de glória, o local foi escolhido para ser a concentração do Brasil antes do bi de 62, no Chile – claro que fotos de Pelé decoram o hotel.


Decadente nos anos 90, fechado na década seguinte, o Vila Inglesa foi salvo pelo grupo do Hotel Fazenda Mazzaropi, da vizinha Taubaté, que revitalizou e reabriu a hospedagem. E, se a grife Mazzaropi está presente, pode ter certeza de que as crianças terão tratamento especial – mesmo não sendo hotel-fazenda ou resort de campo, mas apenas um hotel de serra. Com o mínimo de intervenção, a construção principal nos remete ao passado.


O imponente Bar da Torre, com seu piso de madeira encerado, sua enorme lareira de pedra e a vista deslumbrante continua um cenário imbatível para um drinque. Os quartos também foram pouco mexidos e permanecem pequenos, mas ganharam uma providencial escadinha ao lado da pia para a garotada escovar os dentes. Ao acordar de manhã, abra a janela: é quase certo que esquilos aparecerão para dar seu cordial bom dia.


Entre a portaria e a sede do hotel, é de babar a belíssima piscina térmica envidraçada no gramadão. Ao lado, espreguiçadeiras convidam a um momento de leitura ou contemplação da natureza. Para que os adultos possam relaxar ou dar uma escapada até Campos, os monitores entram em ação com brincadeiras antigas e atividades de sustentabilidade. Quando voltam a se encontrar, pais e filhos se divertem juntos no passeio de bike-triciclo pela propriedade.



Por que é bom para crianças

Poucas construções charmosas como essa costumam hospedar crianças. Aqui há boas programações especiais para elas, que incluem noções de sustentabilidade (com visita à horta orgânica e ao minhocário) e brincadeiras mais lúdicas.




CAMPINAS (São Paulo)

9. Royal Palm Resort




Cá entre nós: um hotel instalado no principal acesso de uma das maiores cidades brasileiras, junto a duas movimentadas rodovias, não parece ser um local para lazer, correto? Pois o campineiro Royal Palm Resort subverte essa tese. Para chegar lá, as ruas próximas não são nada bonitas, pelo contrário, mas a impressão melhora ainda no lobby, no Bar Pessoa, uma homenagem ao escritor português com citações grafadas nas paredes. Já ali, os drinques, a cerveja gelada, as comidinhas e o serviço se harmonizam na excelência.


Tudo é superlativo no Royal Palm, a começar pelos 500 quartos – 384 do Palm Plaza, 116 do The Palms, uma ala mais upscale do complexo, dotada de unidades mais modernas, equipadas até com desembaçador instantâneo de espelho (como a seleção lusa ficou concentrada ali na Copa de 2014, imagine o quanto Cristiano Ronaldo não aproveitou da inovação…).


Com 38 salas e capacidade para 3 700 pessoas, a área de eventos é uma das maiores do Brasil, o que faz o hotel receber tanto um grande público de convenções quanto, sobretudo nos fins de semana, de famílias em busca de diversão, muitas delas vindas de São Paulo, a apenas 1 hora de viagem.


Hotel adentro, salta aos olhos o cênico conjunto aquático com águas bem azuis. As piscinas adultas são climatizadas e equipadas com hidromassagem. Tão disputada quanto a hidro são os gazebos e pufes paralelos à borda. Para as crianças, há uma piscina rasinha com bicos jorrando água e uma outra com um balde gigante e suspenso que, à medida que enche d’água, vira e encharca a molecada.


Com bicicletas e esteiras com monitores digitais e um profissional na orientação dos exercícios, a academia faz ótima companhia ao espaçoso spa no quesito bem-estar. Mascotes do resort, a coelhinha Fofa Flor, o Comandante Átila e o Capitão Currupaco Paco dão as caras na Miniville, que tem uma casa, um navio e uma nave bem lúdicos nos quais as crianças pequenas se divertem.


Ao lado, o Kata Kuta desafia jovens e adultos a encarar um mundo de aventuras. Ao entrar em um “castelo medieval”, os participantes percorrem um circuito com escalada, tirolesa e adivinhações em quase duas horas de adrenalina.


Por ser administrado por uma família portuguesa, o sotaque da Terrinha está presente na gastronomia – o quindim do Vila Royal, bufê onde são feitas as refeições incluídas na diária, virou uma instituição. Opcional e à la carte, o restaurante La Palette é ideal para um jantar romântico, e a Adega Cave do Douro, aberta no inverno, serve a infalível dupla vinho/fondue.



Por que é bom para crianças

Apesar de atender muito bem o público de eventos, o Royal Palm virou uma ótima opção de lazer de fim de semana para as famílias paulistanas, que no resort encontram alimentação boa, variada e incluída, recreadores que fazem a garotada suar a valer, piscinas infantis atraentes, Miniville com cara de parque temático, ginásio coberto que salva a pátria nos dias chuvosos e uma sala de cinema com sessão vespertina diariamente.




CESÁRIO LANGE (São Paulo)

10. Mavsa Resort Convention & Spa




Hoje um resort com 120 quartos, oito refeições diárias e lazer de causar inveja, o Mavsa chegou ao ponto de precisar identificar com pulseiras as crianças que podem circular livremente, as que requerem monitores e as que só andam com osresponsáveis. Porque dá mesmo pra se perder. Só no lago há caiaques, pedalinhos, pranchas de SUP e uma banana boat (passeio pago à parte).


Entre as piscinas, a externa tem toboágua e a térmica fica em local envidraçado para você contemplar a paisagem. A dupla arvorismo/tirolesa está presente em um circuito curto, mas é complementada por acrobacias de circo feitas com o auxílio dos instrutores. No spa, os tratamentos também contemplam as crianças com divertidos banhos aromáticos.


Remetendo aos resorts de Orlando, a área da criançada é bem colorida – em uma espécie de vila, ficam a sala de jogos e o bom kids club. Além dos incansáveis monitores, quem brinca com a criançada é a Turma da Sabrina, do próprio resort. Na minifazenda, vacas e galinhas são vizinhas de um espaço com animais da nossa fauna, como ema e tucano. Antes de voltar aos amplos quartos, os hóspedes encerram a noite na baladinha do bar, que lembra uma caverna.



Por que é bom para crianças

Resort que se preze separa as crianças dos pais. Enquanto a garotada se esbalda, os adultos relaxam na piscina, sauna e afins. O Mavsa cumpre bem essa tarefa. Apesar da monitoria começar aos 3 anos, os menorzinhos têm um espaço com berços e brinquedos.




DOURADO (São Paulo)

11. Santa Clara Eco Resort




Familiares de Washington Luís, último mandatário da política do café com leite (1898–1930), foram donos da sede da Fazenda Santa Clara, que começou com quartos simples, como base de apoio para trilhas e cavalgadas na região, antes de se transformar em um resort do primeiro time da hotelaria brasileira.


A lista do que se pode fazer lá supera e muito um fim de semana. Só de piscinas, são cinco – de água mineral, climatizada, com praia artificial, com toboágua e térmica coberta. Cavalos estão a postos para equitação e trilhas, inclusive para duas cachoeiras ótimas para banho. Nas quedas-d’água, pratica-se rapel, mas a cereja do bolo é uma grande tirolesa.


Os esportes radicais se completam com arvorismo adulto e infantil. Um deque sobre o lago e o Spa by L’Occitane garantem o relax, enquanto a academia com vista para o lago mantém a galera ativa. Entre as acomodações – todas confortáveis –, os quartos da sede mantêm o clima de época com réplica de mobiliário antigo. As demais unidades, amplas e modernas, têm até menu de travesseiros.



Por que é bom para crianças

A partir dos 3 anos, pode deixar a molecada com a monitoria que eles dão conta. Além das tantas atividades citadas, a garotada tem uma brinquedoteca com muito espaço e vários brinquedos lúdicos. Ao ar livre, a diversão é no playground em meio ao gramado e na visita à minifazenda. A copa da mamãe é abastecida com frutas e, nas refeições, há sempre duas papinhas diferentes para os bebês. Já as crianças podem almoçar num horário diferente, com um menu especial para elas.




ITATIBA (São Paulo)

12. Fazenda Dona Carolina




Dona Carolina era a abolicionista proprietária da fazenda que, antes da Lei Áurea, já havia libertado seus escravos. Senta que lá vem história – essa é apenas uma contada para os hóspedes, que ouvem tudo entre bons sonhos, comida de fazenda, muito lazer e uma paisagem pra lá de cênica.


Instalada numa antiga fazenda cafeeira de 1872, a construção colonial parece cenário de novela das seis. Feito o check-in, os hóspedes chegam a uma sala histórica e seguem para os quartos com vista para o bosque ou as montanhas. O dia começa com um lauto café da manhã servido numa varanda em contato com a natureza. A partir daí, há quem prefira relaxar na piscina climatizada, mas a maioria sai para explorar a fazenda com os monitores.


A criançada adora vivenciar atividades rurais como a ordenha e os passeios de charrete e trator. Para os adultos, dois tours percorrem o ciclo do cultivo do café e da produção da cachaça, e não faltam cavalos para percorrer os 39 km de trilha. Caiaques e tirolesas exploram o lago, atividades que, como as demais, merecem ser feitas, já que a engorda nos dois restaurantes de fazenda é certa. Para a digestão, a música ao vivo no Bar do Piano cai como uma luva.



Por que é bom para crianças

Mais que lazer, o hotel proporciona uma volta ao passado, contado de forma dinâmica. As atividades de fazenda, como o passeio de trator e a ordenha da vaca, fogem do lugar-comum. A copa da mamãe excede as expectativas com uma cesta cheia de frutas fresquinhas.




LINS (São Paulo)

13. Blue Tree Park Lins




Antes de entrar no carro, rogue a São Pedro por céu azul, indispensável para você aproveitar as piscinas termais e naturais do resort de Lins. A maior delas, enorme, é separada em vários nichos, permitindo que um hóspede relaxe enquanto rola uma aula de hidro de um lado e crianças curtem os toboáguas e brinquedos aquáticos do outro. A água a 38ºC fica um pouco mais quente nas proximidades da cascata que faz as vezes de massageador – por falar em massagem, o spa, adjacente à cascata, tem uma gama de tratamentos que inclui até banho de chocolate.


De volta à água, o lago na entrada do resort permite contemplar patinhos e fisgar uma tilápia, mas é especialmente interessante pela tirolesa e pela pista de cooper, também usada para pedaladas. Para praticar outros esportes, ao lado da recepção ficam as quadras.


Além das brincadeiras aquáticas, os tios da recreação entram em cena com gincanas e aulas de teatro e circo, enquanto os jogos eletrônicos fazem sucesso no kids club. No jantar, o restaurante funciona com bufês temáticos e proporciona vista das piscinas, que ficam iluminadas à noite. As crianças podem almoçar e jantar com os monitores em um bufê próprio com muito bife e batata frita.



Por que é bom para crianças

Não é um dos mais extensos resorts de campo, o que facilita o monitoramento das crianças pelos próprios pais. Piscinas de água quente são sempre um chamariz para famílias, mas há muitas outras opções de lazer para a molecada. Menores de 3 anos têm um espaço com brinquedinhos e, cobrado à parte, a presença de babá para tomar conta do baby.




MOGI DAS CRUZES (São Paulo)

14. Club Med Lake Paradise




O acesso pela periferia de Mogi das Cruzes e Suzano pode assustar, mas basta atravessar a portaria para o caminho cair no esquecimento. A reação agora é de contemplação pura de cenários como o campo de golfe de 18 buracos e a bela Represa de Taiaçupeba, que abastece as torneiras de toda a região.


O Lake Paradise pertence ao time dos resorts gigantes com inúmeras coisas para fazer. Desde 2016, está sob a chancela do Club Med, ou seja, ninguém fica parado por lá. Quem comanda a bagunça são os GOs, ou gentis organizadores, como são conhecidos os monitores da rede, que se diferem da recreação tradicional ao interagir um pouco a mais com o hóspede, inclusive sentando à mesa com as famílias durante as refeições.


Lembrando uma escola voltada ao lazer, os GOs se encarregam de dar aulas de várias modalidades. Vitrines do resort, o golfe e as atividades náuticas são as mais requisitadas. Só profissionais conquistam os 18 buracos, mas os iniciantes se divertem com as primeiras tacadas. Na represa, além dos caiaques e pranchas de SUP, há aulas de vela para quem quer imergir no iatismo. A praia artificial que ancora as embarcações serve ainda para aquela esticada na areia ou, com cuidado, um banho na represa.


Sem a balbúrdia de outros resorts (até porque o povo está bem distribuído), é possível relaxar nas piscinas, duas climatizadas ao ar livre e uma térmica fechada. Enquanto isso, drinques e petiscos saem freneticamente do bar. No time dos esportes radicais, chamam a atenção o arvorismo em dois níveis e o gigantesco trapézio montado ao lado da represa. Tênis e futebol são outros dois esportes–alvo das aulas da monitoria.


As crianças só encontram os pais na hora das refeições e do sono. No resto do dia, os GOs se encarregam de cansá-las. A molecada entre 4 e 10 anos tem um clubinho exclusivo para brincadeiras e aulas de culinária e artesanato. Para os adolescentes, são reservadas atividades esportivas e artísticas, enquanto os bebês têm à disposição uma brinquedoteca. Nos quartos, espaçosos e bem equipados, a vista alcança a represa ou o golfe.


Francesa e all-inclusive, a rede leva a sério a comilança, que o digam a seleção de pães caseiros do café e o bufê de sorvetes que faz a criançada pirar na sobremesa do almoço. O restaurante, bem decorado, tem “fundo infinito” para a represa. Alternativa ao bufê, uma steak house serve pratos à la carte no jantar. O dia se encerra com um show dos GOs, seguido de balada no bar principal.



Por que é bom para crianças

O incrível menu de atividades esportivas faz as crianças se desgarrarem dos pais. Golfe, trapézio e vela já não são comuns em muitos resorts desse padrão, ainda mais num hotel só. Em dois dias, é possível ter um primeiro contato com as três modalidades.


Cada bloco de apartamentos tem uma copa para os pais prepararem o alimento do bebê, com leite, frutas e papinhas de vários sabores. O hotel disponibiliza carrinhos de bebê e, fora da diária, arranja uma babá para cuidar dos pequeninos enquanto os pais ganham um momento a sós.




SOCORRO (São Paulo)

15. Fazenda Campo dos Sonhos




Até então relegada ao turismo de compras, a vocação ecoturística de Socorro deu as caras nos anos 90, apostando nas corredeiras do Rio do Peixe, que desce de MG. Mesmo distante do rio, o Hotel Fazenda Campos dos Sonhos surgiu em 1994 com uma proposta até hoje atual: focar em sustentabilidade e acessibilidade – há até uma central telefônica para surdos-mudos, e as atividades para crianças com necessidades especiais são regulares.


Campeão de público, o hotel está sempre com seus 38 quartos e chalés rústicos cheios – por isso, as reservas devem ser feitas com antecedência. Na portaria, o mapa com as opções de lazer chega a espantar. Com quase todas as atividades incluídas na diária, o vaivém de cavalos, charretes e tratores pelas trilhas é intenso, e muita gente termina um passeio e já entra na espera para fazer outro. Até caminhadas nas cercanias do hotel são feitas pelos instrutores, que também acompanham a garotada para conhecer o apiário e a horta orgânica da fazenda, além de ordenhar as vacas ao lado dos pais.


No lago, navegado por caiaques, pedalinhos e uma réplica de caravela, há ainda a adrenalina de uma tirolesa de 90 m e de dois circuitos de arvorismo. Na brinquedoteca rolam oficinas artísticas, mas o melhor está mesmo ao ar livre: um dos playgrounds simula uma estação ferroviária, e o outro tem gira-gira para crianças cadeirantes. Não, o hotel não esqueceu as piscinas (tem acesso direto à sauna, com hidro, térmicas…) nem os cachorros, que são bem-vindos no amplo canil. Para encher a pança, as hortaliças orgânicas, os doces e os queijos são da própria fazenda.



Por que é bom para crianças

Se a criança tiver limitação física, esse é o melhor hotel que se tem notícia no Brasil, com instrutores preparados para auxiliar nas atividades. Além disso, a molecada faz uma incursão pelo mundo rural, pelos esportes de aventura e toma gosto pela vida ao ar livre.




TAUBATÉ (São Paulo)

16. Fazenda Mazzaropi




Caso alguém não saiba, o nome do aclamado hotel do Vale do Paraíba vem do ator e cineasta Amácio Mazzaropi, famoso por transportar para as telas o personagem Jeca Tatu, de Monteiro Lobato. Na década de 50, ele comprou essa propriedade para construir um estúdio e um hotel para as gravações de seus filmes – foram 33, a maioria produzida no local. Hoje, os antigos estúdios deram lugar a um centro de convenções, e a Casa do Jeca virou a réplica de uma típica casa caipira. Mais que um hotel-fazenda, o Mazzaropi é um hotel da roça.


Fundamentais na dinâmica do hotel, os “tios do Mazza” cativam a todos. Eles conclamam os adultos a mexer os esqueletos em atividades esportivas e fazem as crianças andar de um lado para o outro do hotel, movidas por contações de histórias caipiras, ordenha de vaca, oficinas de artes, pescaria no lago e passeios de trem e a cavalo. No meio do hotel, o complexo aquático pode não ser enorme, mas é bem agradável, com toboágua e uma piscina térmica envidraçada. No seco, pais e filhos pedalam juntos o triciclo num divertido rolê pela propriedade, que é plana, arborizada e não muito extensa – dá para percorrê-la inteira.


Além das três refeições, um café caipira no fim de tarde forra o estômago com bolo de fubá, bolinho de chuva e outras delícias caseiras. Uma peça de teatro ligada ao folclore geralmente é o último ato da recreação, às 21h30, quando a criançada já está pronta para dormir.


Anexo ao hotel, um interessante museu conta a vida de Mazzaropi e do estúdio, e, na lojinha da recepção, há DVDs, pôsteres e lembranças do cineasta e da fazenda (compre o doce de leite!)



Por que é bom para crianças

Frequentado eminentemente por famílias urbanas, o contato com o mundo caipira mexe com o imaginário da criançada, que aprende um pouco sobre o universo da roça. Uma animada e numerosa equipe de monitores emenda uma atividade na outra.




CANTAGALO (Rio de Janeiro)

17. Fazenda Gamela Eco Resort




Hotéis para famílias que contentem crianças pequenas é fácil de achar, mas e para os adolescentes? Pois a Fazenda Gamela Eco Resort, na pequena Cantagalo, a 65 km de Nova Friburgo, encontrou a fórmula num mix de atividades radicais e monitoria voltada à interação da galera – há sempre uma baladinha com os hits da vez para fechar a noite. Liderada por uma tirolesa de 1,2 km entre os eucaliptos, a seção de esportes de aventura tem até uma recepção para explicar a dinâmica das atividades.


Estão no menu um circuito de tirolesas sobre as árvores, arvorismo, corridas de orientação, um lamacento passeio off-road e uma corrida de balsas pelo lago, onde também fica a tirolesa dos pequeninos. Para eles, aliás, há também uma divertida visita à fazendinha para alimentar cabras e bodes, e um Mini Clube com escorregador conectado à piscina de bolinhas.


Quem gosta de cavalgar pode explorar a área de reflorestamento do hotel, embora a atividade mais universal seja o prosaico esquibunda. Em uma lona molhada colocada em cima de um barranco, adultos, jovens e crianças deslizam sem freio e direção, para delírio dos espectadores.


Quem não quiser fazer atividade alguma e ainda assim perder peso, pode recorrer ao spa e seu bufê de baixas calorias no horário das refeições. Agora, se você não for spasiano, prepara-se para ver estragos na balança. Aos sábados, um bufê de feijoada é montado no restaurante, mas a maioria dos hóspedes fica na piscina, onde circula um churrasco à moda de viola. À noite, para arrematar, são servidas pizzas no jantar.



Por que é bom pra crianças (e teens)

Poucos hotéis no Brasil têm uma preocupação tão grande com adolescentes. Fora do lugar comum, a programação investe em esportes de aventura e muita movimentação pela área da fazenda. Nas refeições, o bufê montado para crianças não se resume a um ou dois pratos. Pra coroar, à noite sempre rola uma baladinha com os hits da moda.




CONSERVATÓRIA (Rio de Janeiro)

18. Fazenda Florença

 




Durante boa parte do século 19 e início do século 20, o café dominou a economia e a política brasileiras, especialmente no Vale do Paraíba, entre SP e RJ. Os barões do café habitavam as casas grandes das fazendas, que pipocaram na região. O tempo passou, e muitas das propriedades que não caíram em ruínas se tornaram fazendas com algum uso turístico – geralmente um day use para conhecer a história do lugar e saborear um autêntico café da época, ou um hotel que transporta os hóspedes no tempo. Desse time faz parte a Fazenda Florença, de 1852, localizada a 3 km do centro da musical Conservatória, famosa pelas serestas nas noites de sexta e sábado. Cenário de novelas como A Escrava Isaura e Dona Beija, a casa-grande é a moradia do proprietário Paulo Roberto dos Santos, que a mostra apenas em visitas guiadas, exibindo mobília, vestuário e objetos dessa fase transitória do Brasil Império para a República.

Depois da aula de história, a hora do recreio: enquanto os adultos relaxam na piscina, jogam tênis na quadra de saibro ou se exercitam na academia, a criançada vai brincar à moda antiga. Sob a supervisão dos monitores, elas correm atrás das galinhas no gramado, vão à fazendinha ver coelhos e avestruzes, brincam de roda, se divertem no playground de madeira e até aprendem a fazer biscoitos.


As suítes têm um inconfundível estilo colonial por fora, mas internamente tendem ao moderno, com decoração mais clean e camas king-size. Nas refeições, o restaurante D. João se sai muito bem com geleias e bolos caseiros no desjejum, almoço mineiro no fogão a lenha e massas no jantar. Quem tiver pique para uma atividade noturna extra-hotel, pode curtir uma seresta pelas ruas estreitas do centrinho de Conservatória.



Por que é bom para crianças

Os pequenos aprendem sem esforço (e in loco) um capítulo interessante da nossa história, conhecem brincadeiras antigas e fazem diversas atividades ao ar livre, em contraste à vida indoor.




TERESÓPOLIS (Rio de Janeiro)

19. Le Canton




Em um vistoso vale na Serra Fluminense entre Teresópolis e Nova Friburgo, o complexo hoteleiro do Le Canton remete tanto a uma vila suíça, com construções alpinas e medievais, quanto a um parque temático – inclusive nas dimensões, já que é o maior resort de campo/serra do Rio de Janeiro. O hotel divide-se em três alas. Sua história começou no Village, considerado o centro do complexo, onde estão recepção, restaurantes, bares, o maior número de quartos, o conjunto de piscinas e um castelo medieval, com pistas de boliche e patinação, no térreo, e um enorme kids club, no andar superior, digno de bufês infantis com brinquedões, escorregadores e piscina de bolinhas.


A 550 m dali, o Magique tem temática medieval, a ala mais nova de quartos e o Canton Ville, onde fica o Parc Magique – um parque de diversão com roda-gigante, trem fantasma, carrinho bate-bate, jogos de realidade virtual e tudo mais. Ao lado do Parc Magique, encontra-se uma rampa indoor de boias canadenses (para deslizar na neve) e esquis, simulando uma descida no gelo – há até um teleférico alpino para levar os praticantes ao topo. Hóspedes do Magique fazem as refeições no Village – quem achá-lo muito longe pode recorrer a uma van para ir até lá.


A 2 km, a terceira ala é a Fazendinha, que só abre para hospedagem em determinadas épocas (consulte). Por causa da distância, as refeições são feitas por aqui, embora também haja um traslado para o Village. Por causa da produção de queijos e doces e da área da minifazenda, com cavalos, cabras e galinhas, os hóspedes das outras alas visitam a Fazendinha.


O lazer dito tradicional fica no Village, aí incluídas as quadras esportivas e as piscinas, a principal delas com hidro aquecida, duas raias semiolímpicas e toboágua. A única piscina térmica coberta é cobrada e fica dentro do Spa L’Occitane. As outras atrações pagas à parte são a pista de boliche (para quem não está hospedado no Parc Magique) e a pista de boia canadense – essas duas atividades, aliás, abertas a não hóspedes.


A dupla radical arvorismo/tirolesa ganha aqui a companhia de skates e um campo para a prática de paintball. Apesar das três alas e das variadas configurações, os quartos têm o mesmo (bom) nível de conforto, com enxoval de primeira linha, equipamentos novos e decoração clean. As três refeições incluídas na diária são feitas em um restaurante central (à exceção da galera do Fazendinha, que come por lá), mas os hóspedes ainda têm como opções de alimentação uma pizzaria, uma cave especializada em fondues e racletes e vários bares que servem de sandubas mais leves a cervejas artesanais.



Por que é bom para crianças

A área de lazer proporciona tantas atividades inusitadas que agrada em cheio desde os bebês até os adolescentes. Para os mais novos, há um espaço com tapete EVA e brinquedos mais lúdicos. Divididas em duas faixas etárias, o restante da garotada corre atrás dos tios da recreação por toda a área do hotel, dedicando um espaço grande para o Parc Magique e a pista de boia canadense.




MANGARATIBA (Rio de Janeiro)

20. Portobello Resort & Safári




Esqueça aqueles resortões com a praia longe, o som no talo da piscina e o bar molhado no meio. O Portobello é intimista, e a praia está na sua cara, a uns dez passos de caminhada. Um dos resorts pioneiros do país, o luxo aqui é o clima de uma casa de praia mais ampliada. Apesar da área ampla, tudo se mostra à mão. Logo de cara, chama a atenção o teto de sapê que dá um toque balinês à construção do lobby e do restaurante principal.


Os quartos ocupam uma ala com dois andares e são todos de frente para a deliciosa praia – quem se hospeda embaixo está a um pequeno gramado de se esticar na areia. Localizado em condomínio de frente para a linda baía da Ilha Grande, o resort convida à alternância entre um banho de mar e um de piscina (obviamente construída com uma hidro de cara pro mar). Do outro lado da Rio–Santos – mas sem perrengue, porque o acesso se dá por um túnel – ficam as quadras esportivas e uma minifazenda. O melhor, porém, está logo adiante. Pago à parte, o safári que integra o nome do hotel embarca os hóspedes numa Land Rover para ver 500 exemplares das faunas brasileira, africana e europeia, entre macacos, antílopes e zebras, vivendo soltos aos pés da Serra do Mar.



Porque é bom para crianças

A praia tranquila, a minifazenda e o safári já garantem boa distração, e a garotada ainda tem um kids club grande, cheio de brinquedos. Nas férias escolares, costuma ter clínicas de futebol realizadas por clubes europeus – na Copa de 2014, o resort foi a sede da Itália.




CAETÉ (Minas Gerais)

21. Tauá




A história da rede começou no terreno às margens da ainda perigosa BR-381, no distrito de Roças Novas, a 65 km de BH. E o que era um hotel-fazenda de médio porte se transformou, em 32 anos, em um resort de 349 quartos, com uma área de lazer a perder de vista. Como o hotel cresceu mais que o previsto no terreno acidentado, o público da terceira idade pode ter algum problema na locomoção.


Quanto à garotada, os pais é que se virem para acompanhá-los. Logo no check-in, enquanto os adultos resolvem a burocracia, os Taualegres (monitores do resort) puxam os pequenos para si, prenunciando momentos de muita diversão. Nessa hora, as crianças são apresentadas ao esquilo Pepito, o mascote da rede. Um mapa ajuda a não se perder pelo hotel, ao menos no primeiro dia. Certo é que os adultos estarão ou no complexo de piscinas ao ar livre ou na piscina térmica ou na moderna academia. Feitas num amplo restaurante com vista panorâmica, as refeições precedem, à noite, um showzinho no bar e animadas disputas na pista de boliche.



Porque é bom para crianças

A diversão no Tauá começa no berço, em um espaço para crianças de até 3 anos que simula o fundo do mar, com direito a aquários reais. Os mais grandinhos contam com um kids club com brinquedão, um playground ao ar livre e uma casa na árvore. Passeios de pônei são realizados numa fazendinha. Mas o cartão de visitas do lazer é mesmo o Jota City, um espaço voltado para a sustentabilidade e inovações tecnológicas em que as crianças aprendem conceitos sobre o tema de forma divertida – ou seja, brincando bastante.




FOZ DO IGUAÇU (Paraná)

22. Mabu Thermas Grand Resort




Segundo maior aquífero do mundo, o Guarani não apenas passa debaixo do Mabu como abastece suas piscinas com água a 36ºC. Tem filho alérgico? Nada de cloro por aqui! As piscinas são o filé do bem localizado resort, relativamente próximo das cataratas, da ponte para a Argentina e do centro de Foz. Da grande piscina termal dos primórdios, o resort incorporou um playground aquático e uma praia artificial que simula até o granulado da areia (ideal para os pequenos no rasinho).


As crianças dividem seu tempo entre as piscinas e a área do Sítio do Picapau Amarelo. Isso mesmo: o Mabu trouxe ao hotel a turminha de Monteiro Lobato. Um enorme gramado vira o sítio – tem até a Casa da Dona Benta, onde ela conta histórias de Lobato enquanto a Tia Nastácia prepara bolinhos para a garotada. Monitores trajados de Pedrinho e Narizinho levam as crianças para pescar no lago.


Para teens e adultos, o resort tem quadras esportivas, salão de jogos e uma tirolesa. Antes all-inclusive, o Mabu passou a ter, no máximo, pensão completa, já que os hóspedes passeiam muito na estadia.



Por que é bom para crianças

Foz do Iguaçu é um estrondoso sucesso turístico entre famílias. Impulsionada pelas cataratas, o destino ganhou outros diversos (e bons) atrativos ao longo dos anos. Ficar no Mabu é um ótimo pretexto para ampliar a estadia e aproveitar melhor as piscinas quentinhas, o universo de Monteiro Lobato, as quadras e as facilidades de um hotel de lazer.




GASPAR (Santa Catarina)

23. Fazzenda Park




Pesque-pague de origem, o Fazzenda Park (com dois zês mesmo) tornou-se um dos grandes resorts de campo do Brasil, com 249 acomodações – todas com vista para o belíssimo vale de mata nativa que envolve o hotel. Passada a portaria, a fazenda brinda o visitante com um grande lago habitado por patos, marrecos, pedalinhos, caiaques e pranchas de stand up. Uma ponte suspensa dá acesso à Ilha da Fantasia, lar de aves que se sentem em seu perfeito habitat. Ao lado do lago, a baia de cavalos e charretes tem animais prontinhos para cavalgar pelas trilhas – que também podem ser feitas de bicicleta ou quadriciclo.


Disputada no calor, a piscina principal é eclipsada pelas piscinas térmicas nos meses amenos – aqui, maioria ao longo do ano. Na mata fechada, o circuito de arvorismo faz o praticante se sentir um Tarzan moderno, quadras poliesportivas e campos de futebol ajudam na interação dos hóspedes, e o kids club cumpre sua função com brinquedos de plástico e piscina de bolinhas. Além das três refeições, petiscos ficam à disposição entre 11h e 12h no bar da piscina, escoltados de chope e caipirinha. No fim de tarde, um café com bolos e tortas meio que elimina a necessidade de jantar.



Por que é bom para crianças

A política de não deixar as crianças paradas é adotada no resort, com atividades que vão até depois do jantar. O contato com a natureza se faz presente nas atividades no lago e no meio da mata, enquanto as aulas de culinária despertam o interesse pela arte de cozinhar.




FLORIANÓPOLIS (Santa Catarina)

24. Costão do Santinho




Os carrinhos de golfe logo no check-in denunciam: o terreno é grande. E acidentado. Maior resort do Sul, o Costão soma 597 quartos em 14 vilas e no chamado Hotel Internacional, que tem as acomodações mais novas e fica aos pés do Morro da Aranha. Área de proteção ambiental, o morro guarda pinturas rupestres que podem ser vistas numa caminhada fácil – mais complicado será deslizar de sandboard nas dunas adjacentes.


Elitista no (distante) campo de golfe, o resort não se esqueceu do esporte de Guga Kuerten, filho pródigo de Floripa. O complexo de tênis – de responsa – já foi palco até de jogos da Davis. Como o frio é inclemente em parte do ano, as piscinas abertas são climatizadas e há térmicas cobertas. O spa é superlativo, embora perca em popularidade para os ofurôs e a hidro com vista da praia. Falando nela, uma escola de surfe monta ponto na areia, chance para os ratinhos de praia se iniciarem no esporte – se a recreação deixar: o dia todo a molecada entra em trilhas, faz arvorismo, brinca no kids club. All-inclusive, o Costão espalha locais de comes e bebes, mas o limite de reservas nos restaurantes à la carte (italiano, japonês e contemporâneo) varia com a duração da estadia.



Por que é bom para crianças

Entre os resorts litorâneos do país, o Costão é um dos que reúnem a maior variedade de lazer e entretenimento. Ao ar livre ou indoor, a molecada curte de aulas de circo a peças teatrais. Nas férias, clínicas de tênis e futebol são frequentes. Para os menores de 3 anos, a área de brincadeiras fica ao lado de uma copinha.








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