segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Tóquio está de braços abertos para o Mundo


As Olimpíadas 2016 no Rio de Janeiro já acabaram.

Agora é a vez de conhecer um pouco sobre o local das próximas Olimpíadas de 2020 que serão realizadas em TÓQUIO, Japão.


No encerramento das Olimpíadas Rio 2016 o Japão mostrou o que será feito na próxima Olimpíada de 2020 em TÓQUIO, mas você não precisa esperar 4 anos para conhecer a capital Japonesa.


Saiba um pouco sobre uma das mais fascinantes e maiores metrópoles do mundo.

Com o equivalente à população total da Califórnia espremida numa área um pouco menor do que o Havaí, Tóquio transformou-se da capital destruída pelas bombas da Segunda Guerra no coração de uma das maiores economias mundiais em pouco mais de 50 anos. Hoje, a capital resiste, embora o país sofra as consequências dos graves desastres ocorridos nos últimos anos, como o tsunami que devastou cidades do nordeste japonês em 2011 e os problemas de vazamento na usina nuclear de Fukushima.
Em Tóquio, novos projetos e construções mudam a paisagem de uma cidade que nunca é igual por dois dias seguidos. A capital japonesa é a combinação perfeita do Japão tradicional e do que há de mais moderno disponível no mundo.

Nesta metrópole, o bom funcionamento dos serviços urbanos e a segurança da cidade surpreendem até os turistas mais viajados. A cidade conta com o mais eficiente sistema de transporte do mundo, com trens, ônibus e metrôs que partem assustadoramente no horário, e policiais que, por causa da baixíssima criminalidade, gastam mais do seu tempo dando informações turísticas do que caçando bandidos.
Por outro lado, a modernidade desaparece nas ruelas cercadas de casas tradicionais de madeira. Para o turista, passa longe de ser uma cidade de fácil navegação: as ruas não têm nome, prédios e casas não têm números e há poucas informações em inglês. Mas, em compensação, é uma cidade limpa, segura e cheia de gente simpática e educadíssima, que sempre sai do próprio caminho para ajudar alguém perdido.
A gigantesca metrópole parece se espalhar numa área quase sem fim. A região central é formada por 23 prefeituras distintas, todas terminadas em “Ku” (Minato-ku, Shibuya-ku, Shinjuku-ku, etc.), e a metrópole conta ainda com mais 26 cidades que terminam com “Shi”, situadas na região oeste (Chofu-shi, Musashino-shi, Tama-shi, etc.). Quando se fala em toda região metropolitana, geralmente incluem-se também as áreas de Chiba, Kanagawa e Saitama, por onde Tóquio também se estende. A região central é circundada pela linha de trem Yamanote, a principal e mais importante da cidade. É dentro dela que você vai encontrar todas as maiores atrações e o que Tóquio tem de melhor.

Prepare-se, você nunca esteve num lugar como Tóquio. Milhares de letreiros iluminam a cidade que mais parece um cenário de ficção científica. Você vai encontrar de tudo para todos os gostos e o que há de mais moderno em tecnologia, moda e arquitetura, pois todas as novidades e tendências começam e terminam aqui. Tribos de todos os estilos, japoneses orgulhosos de seus três mil anos de história e tradição e estrangeiros vindos de todas as partes do mundo numa mistura homogênea que vai deixar você de queixo caído.
Embarque com a Rossi Turismo nessa maravilhosa viagem!
Fonte: UOL Viagem e Rafael Amato de Castro Ferreira


quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Está solteiro? Então vá viajar


Não são apenas as famílias e os casais que podem viajar, os solteiros também podem! Afinal, ser solteiro também é motivo para viajar, conhecer pessoas e lugares novos.
Então, se você está solto pelos destinos, que tal aproveitar para fazer uma viagem inesquecível?


Amsterdã - Holanda

Conhecida por seu espírito liberal, a capital holandesa é o destino certo para quem quer passar dias repletos de diversão.  Seja andando de bicicleta pelo labirinto de ruas ou curtindo a noite no famoso bairro da luz vermelha. Aproveite tudo de melhor que esta cidade tem a oferecer.

Austin - Estados Unidos

A pouco conhecida, Austin, capital do Texas, é uma cidade jovem e muito animada. Lar da Universidade do Texas, que conta com mais de 50 mil universitários, a cidade é o destino certo para quem gosta de cultura e arte. Aproveite para conhecer a 6 Street, repleta de bares  com apresentação de música ao vivo todas as noites, esta rua é uma das mais badaladas por lá.

Florianópolis - Brasil

Chamada carinhosamente de Ilha da Magia, a famosa “Floripa” é considerada o melhor lugar do Brasil para se viver. Com uma mistura de cidade moderna com monumentos históricos e suas paisagens de tirar o fôlego, fica difícil não se apaixonar por este lugar. De praias deslumbrantes, como a famosa Jurerê Internacional, à deliciosa gastronomia repleta de frutos dor mar, o destino tem atração para todos. Seja surfando ou curtindo sua agitada vida noturna, a capital catarinense não deixa nada a desejar quando o assunto é diversão. 

Nova York - Estados Unidos

Como não gostar da multicultural cidade que nunca dorme? Bares, restaurantes, casas noturnas e teatros, além dos famosos museus, parques e praças. As opções de atração pela Big Apple são infinitas. Com certeza você irá encontrar algo que combina mais com você. Welcome to New York!! (Bem-vindo a Nova York).

Ibiza - Espanha

Areia branquinha, mar azul e sol te esperam neste lugar paradisíaco. São mais de 40 opções de praias nesta ilha deslumbrante. O point do verão europeu também é muito conhecida por suas badaladas festas temáticas e casas noturnas, que viram casa dos DJs mais amados e conhecidos do mundo. Aproveite!



Las Vegas - Estados Unidos

Famosa por seus letreiros luminosos e uma agitada vida noturna, a capital mundial do entretenimento não poderia ficar de fora desta lista. Seja por seus cassinos ou em uma de suas concorridas festas, Vegas sempre tem algo especial para você.
 E aí, bora fazer as malas? 
Fonte: Segue Viagem

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Quais são os 7 melhores aeroportos do mundo para aguardar uma conexão?


Para chegar ao seu tão sonhado destino internacional de férias, muitos passageiros têm que enfrentar demoradas conexões em aeroportos no meio do trajeto.
Trata-se, geralmente, de um processo exaustivo, em que o viajante, já cansado com o primeiro trecho da jornada, precisa esperar longas horas para pegar seu segundo avião.
Porém, há aeroportos pelo mundo que se transformaram em verdadeiros complexos de entretenimento, oferecendo de cinema a áreas gigantescas de compras para seus usuários.
São locais onde o relógio tem tudo para correr mais rápido, fazendo com que o turista chegue mais relaxado ao destino final de sua viagem.

Abaixo, conheça os 07 aeroportos que oferecem um mundo de prazeres para os passageiros fazerem a conexão, de acordo com o site UOL.

Aeroporto de Changi, em Cingapura

O aeroporto de Changi, em Cingapura, foi eleito nos últimos anos como o melhor do mundo pelo Skytrax World Airport Awards, um dos principais prêmios do mercado de aviação do planeta. E isso não surpreende: além de terminais amplos e agradáveis, o local oferece diversas opções de entretenimento para os viajantes, como dois cinemas gratuitos, um jardim com mais de mil borboletas e até piscina. Changi também abriga espaços conhecidos como "zonas de silêncio", à prova dos irritantes (mas necessários) anúncios de voos feitos a cada minuto na maioria dos aeroportos. Perfeito para uma verdadeira soneca.



Aeroporto Internacional de Incheon - Seoul, na Coreia do Sul

Responsável por servir a cidade sul-coreana de Seul e muito usado em conexões por quem viaja pela Ásia, o Aeroporto Internacional de Incheon é outro que sempre aparece no topo do ranking do prêmio Skytrax World Airport Awards. Em sua infraestrutura, recheada de áreas arejadas, há um spa, palcos para concertos de música clássica, pista de patinação no gelo, lindos jardins, chuveiros, poltronas para relaxar e até um museu sobre a cultura da Coréia do Sul. E a velocidade da internet costuma ser ótima. Há também um hotel dentro da área de trânsito para quem tiver uma conexão mais longa e quiser dar uma boa dormida.



Aeroporto Internacional de Hong Kong
Se você estiver realizando uma longa viagem pela Ásia, é bem capaz que tenha que fazer alguma conexão no aeroporto de Hong Kong. Apesar de extremamente movimentado, o local oferece espaços arejados e agradáveis para um certo descanso. E há entretenimento e ótima gastronomia disponível: o aeroporto de Hong Kong tem um cinema Imax, espaço para jogar golfe, simuladores de corrida, ótima internet e excelentes restaurantes de comida asiática. Se sua conexão for longa e você estiver disposto a pagar algumas centenas de reais para dormir em uma cama, o local oferece o The Regal Airport Hotel, considerado um dos melhores hotéis de aeroporto do mundo.



Aeroporto Internacional de Dubai, Emirados Árabes Unidos.

Um dos aeroportos mais movimentados do mundo, com cerca de 78 milhões de passageiros em 2015, o Aeroporto Internacional de Dubai é um importante ponto de conexão para viagens aéreas entre o Ocidente e o Oriente. E o local oferece diversas atividades para quem tem que passar algumas horas por lá (principalmente para os viajantes que estão com a carteira cheia). Em um verdadeiro shopping center, o aeroporto oferece mais de 5.000 m² de lojas duty free, com as principais marcas do mundo. Há inclusive espaços onde o viajante pode comprar barras de ouro. 



Aeroporto de Munique, na Alemanha.
Além de ser um dos principais pontos de conexão de viagens aéreas na Europa, o aeroporto que serve a cidade alemã de Munique oferece mais de 150 lojas e cerca de 50 restaurante e lanchonetes para seus passageiros. E o local abriga uma das áreas de trânsito aeroportuário mais lindas do mundo (foto acima), que oferece um espaço arejado e com uma linda arquitetura para o viajante relaxar. Lá, há também lugares onde provar a legítima cerveja da Bavária, como o excelente bar Airbräu. O aeroporto de Munique está na última lista dos melhores do mundo feita pelo Skytrax World Airport Awards.



Aeroporto Internacional de Vancouver, no Canadá
Considerado um dos melhores locais de embarque e desembarque da América do Norte, o Aeroporto Internacional de Vancouver, no Canadá, é um deleite para quem gosta de obras de arte. Os terminais do lugar estão recheados de esculturas de povos indígenas e artistas contemporâneos do Canadá, que podem proporcionar um interessante passatempo para quem está esperando um voo. O local também oferece um enorme aquário (na foto) com diversas espécies de peixes, que irão entreter tanto adultos quanto crianças.



Aeroporto de Schiphol, na Holanda

Responsável por servir a cidade holandesa de Amsterdã, o Aeroporto Internacional Schiphol é considerado um dos melhores da Europa e oferece interessantes atividades para passageiros que estão esperando, por horas a fio, uma conexão. Lá há sala de meditação, biblioteca, chuveiros por 15 euros para quem quiser se refrescar, um cassino, spa (também com serviços pagos) e um hotel da marca Mercure, para quem quiser um verdadeiro momento de sono. O aeroporto também costuma abrigar uma área com obras de arte do famoso Rijksmuseum, um dos melhores museus da Europa. Este espaço estava fechado para renovações no momento em que esta matéria foi escrita (agosto de 2016), mas deve reabrir em breve.

Fonte: UOL Viagens





quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Vinícolas da California

Variedade de clima e solo coloca a Califórnia na rota mundial de degustação de vinhos.

Estrada das Vinícolas

Quem assistiu aos filmes "Sideways" (2004) ou "Bottle Shock" (2008) e ficou com água na boca pode percorrer as rotas traçadas pelos diretores ou fazer o seu próprio roteiro de degustação entre as cerca de 2.700 vinícolas do Estado norte-americano da Califórnia. A combinação de clima e solo faz da região um dos principais destinos do mundo para enólogos e amantes do vinho. 

     A Califórnia é responsável por 90% da produção de vinho dos Estados Unidos e é a quarta produtora mundial da bebida, depois de França, Itália e Espanha, segundo dados do Instituto do Vinho (Califórnia Wine Institute). Anualmente, o Estado atrai cerca de 20 milhões de turistas para as regiões dedicadas à vinicultura, de acordo com o órgão oficial de turismo, Califórnia Travel and Tourism Commission.

    Todo esse interesse advém da qualidade do produto fabricado e da grande variedade de uvas cultivadas no Estado, cerca de cem, segundo o Instituto do Vinho. Cada variedade de uva tem aroma e sabor próprios, o que contribui para o resultado final da bebida. 

    Os vinhos produzidos na Califórnia são classificados, em sua maioria, como de mesa (graduação alcoólica de 10° a 13°), espumante (gaseificado) ou de sobremesa (doce). Chardonnay é o tipo mais popular entre os norte-americanos, respondendo por 19% da venda da bebida nos supermercados e lojas de conveniência do país. Outros brancos também fazem sucesso, a exemplo das variedades zinfandel - típica da Califórnia, sauvignon blanc, pinot gris, viognier, riesling, moscatel e gewürztraminer. Entre os tintos, a Califórnia produz excelentes vinhos dos tipos cabernet sauvignon, pinot noir, syrah, merlot, zinfandel, grenache, tempranillo, malbec, petite sirah, cabernet franc e sangiovese.

    Orgulhosos de sua produção, vinicultores californianos dizem que o Estado é a melhor região do mundo para degustar vinhos. "É preciso viajar por toda a França para conhecer as variedades de uva encontradas na Califórnia", diz Jim Fiolek, diretor executivo da Associação de Vinicultores de Santa Bárbara uma das mais importantes regiões vinícolas dos EUA. Os microclimas e solos de Santa Barbara fazem da região a mais famosa produtora de chardonnay, pinot noit e syrah do país. 

Mapa da estrada da região
Onde ir

    Além de Santa Barbara, pelo menos oito regiões californianas se dedicam quase que totalmente à vinicultura - Napa, Sonoma, Mendocino, Lake, Amador, Monterey, Santa Cruz, San Luis Obispo. Embora em menor concentração, também abrigam boas vinícolas as regiões de San Joaquin, Sacramento, Marin, Solano, San Diego, Alameda, San Bernardino e Riverside. Com tanta diversidade, fica difícil apontar a melhor região para degustar a bebida. Todas têm excelentes vinícolas, e o melhor destino depende da variedade de uva preferida do viajante.

    Quem conhece pouco deve começar a viagem por Napa - região norte do Estado que fica menos de uma hora de carro de São Francisco 
ou por Santa Barbara, a cerca de uma hora e meia de Los Angeles. Além de próximas de grandes cidades, as duas regiões têm grande variedade de uva e de vinhos.
Napa Valley

Lojinhas em Sonoma Square

    Cada degustação inclui quatro ou cinco tipos de vinho e custa de US$ 10 a US$ 20. É o preço de uma taça de vinho em um bom restaurante. 

    A maioria dos fabricantes que organizam tour pela vinícola cobra mais, mas alguns oferecem visitas guiadas gratuitas. Os tours são educativos e mostram as instalações e todo o processo de produção da bebida. Muitos turistas contratam tours particulares e vão até as salas de degustação de limusine, de jipe ou de bicicleta.

Quando ir e o que fazer

    A melhor época para fazer degustação de vinhos na Califórnia é do final de agosto ao final de setembro, quando a maioria das vinícolas faz a colheita das uvas. Além de ver a correria dos empregados recolhendo a fruta manualmente, o clima do período é dos mais agradáveis ensolarados e quentes durante o dia e fresco à noite. Nessa época, a temperatura média da região pode variar de 23 a 13 graus centígrados. Além disso, setembro é considerado mês de baixa estação, quando os preços das passagens aéreas e dos hotéis caem até 30%.

    Degustação de vinhos é programa para casais, solteiros e grupos de amigos. Crianças são admitidas nas áreas de degustação, mas costumam ficar entediadas e acabam levando os pais mais cedo para o hotel. As vinícolas abrem as portas ao público entre 10h e 17h e quem quer continuar a beber vinho deve ir a um bar ou restaurante.

    A vida noturna nas cidades vinícolas normalmente se restringe a jantares e não passa da meia-noite. Restaurantes lotam por volta das 19h e fecham as cozinhas antes das 22h. Algumas casas, especialmente em Sonoma e em Carmel, mais charmosa cidade da península de Monterey fica aberta até as 2h, mas servem somente drinques e petiscos. 

    Quem gosta de atividade "outdoor" tem a opção de fazer balonismo em Sonoma, camping e ciclismo em Napa. Nas regiões também se encontram bons spas e "hot springs" (fontes de águas termais), além do Culinary Institute of America, que tem um restaurante impecável. Em Santa Barbara, Mendoncino e Monterey, há vastos campos de golfe.


Fonte: Christianne González / UOL VIAGEM

terça-feira, 9 de agosto de 2016

5 passeios para fazer pelo Mundo em veículos típicos.


Gotemburgo sobre rodas

Foto: Divulgação

Gotemburgo, na Suécia, é ótima para se conhecer a pé. Mas quem é apaixonado por carros pode fazer um city tour a bordo de um Volvo PV 444/544, modelo fabricado entre 1947 e 1965 pela montadora, sediada na cidade. O passeio, com a Time Travel Sightseeing, custa a partir de 245 coroas, ou R$ 92, por pessoa.


Um símbolo motorizado

Foto: AP

Passear num conversível clássico por Havana é como estar num cartão-postal com motor. Os veículos dos anos 1950 estão por toda a parte da capital cubana. Pela Havana Vintage Car Tours, três horas de passeio saem a 40 CUCs, ou R$ 130.

Como no tempo da Guerra Fria

Foto: AFP

Os “Trabi safaris”, a bordo do modelo símbolo da Alemanha Oriental, são muito populares em Berlim. Preços a partir de € 60 por camarada.

Clássico elétrico

Foto: AFP

Os Citroën 2CV, também chamados de deux-cheval (“dois cavalos”), carregam turistas por toda Paris. Os da 4 Roues Sous Un Parapluie (a partir de € 20 por pessoa) se destacam por serem elétricos.

De lambreta por Roma

Foto: Divulgação

Ir a Roma e não ver o papa é como não notar a frota de Vespas pelas ruas da capital da Itália. A Scooteroma tem passeios de 4 horas a € 190.

Fonte: oglobo.com

terça-feira, 21 de junho de 2016

Viajar sozinho faz bem à saúde, aponta pesquisa

Estudo constatou que as pessoas optaram por viajar sozinhas para ter um “tempo próprio”


Um estudo australiano, publicado no jornal International Journal of Travel and Tourism Research , revelou que viajar sozinho faz bem à saúde. As informações são do site Indy100.

Viajar sozinho ofereceu a alguns participantes a sensação de que eles tinham mais controle sobre suas vidas e ações

Os pesquisadores analisaram 24 pessoas que decidiram viajar sozinhas nas férias. Os itinerários tinham em média a duração de nove dias.

Constatou-se que a maioria dos participantes optou por ir sem membros da família, parceiros ou amigos para tem um “tempo próprio”, bem como não ter de competir com o que os outros pretendiam fazer. Para eles, o planejamento da viagem acaba se tornando mais fácil.  No entanto, a coordenadora da pesquisa, Constanza Bianchi, da Queensland University of Technology, disse que a equipe descobriu que há razões maiores. “Viajar sozinho também ofereceu a alguns participantes a sensação de que eles tinham mais controle sobre suas vidas e ações, além de oferecer a possibilidade de reflexão e autodescoberta”, concluiu.
Fonte: Terra (turismo)

terça-feira, 17 de maio de 2016

Trem na África do Sul com luxo

Percurso pela história da África do Sul pode ser feito com luxo colonial






Vinte e sete horas de viagem a bordo do trem de luxo por excelência na África, para reviver, em um autêntico hotel cinco estrelas sobre rodas, a chegada dos europeus atraídos pela febre do ouro e pelos diamantes da África do Sul no início do século XX.
Essa é a tentadora proposta do Blue Train, cuja rota entre a Cidade do Cabo e Pretória, conectando dois dos centros nevrálgicos da África do Sul, remonta à década de 1920 e é uma das mais emblemáticas do mundo junto com a do Expresso Oriente europeu e da Transiberiana russa. 

Em seus vagões cobertos de madeira de alta qualidade, o trem abriga íntimas suítes com diversos detalhes e bares e salões para conversas e relaxar desfrutando de espetaculares vistas em transformação através de todas suas janelas, que alcançam o ponto alto ao atravessar o deserto de Karoo.
"Quando as embarcações atracavam na Cidade do Cabo, os passageiros subiam nos trens para viajar rumo ao norte. O trem voltava com outros passageiros, que embarcavam para a Inglaterra levando com eles o correio", explicou à Agência Efe Herbert Prinsloo, gerente a bordo do Blue Train.
Entre os milhares de "aventureiros" e "exploradores" que se deslocaram no Blue Train desde seu nascimento, Prinsloo destaca figuras de renome como o rei George VI da Inglaterra, que, junto a sua família, o utilizou como meio de transporte durante sua visita à África do Sul em 1947.
Para que o rei pudesse beber o tempo todo seu leite fresco, o trem viajou com uma vaca viva a bordo.
Conhecido em seu início como o "trem do champanhe", pelos brindes eufóricos toda vez que era fechado um negócio nas minas de Johanesburgo e Pretória, o Blue Train continua sendo cenário de celebração e alegria. 
 

"Muitas mulheres presenteiam seus maridos com viagens de aniversário. Outros casais se casam no trem, ou se casam em alguma de nossas paradas de 45 minutos e continuam a viagem como uma lua-de-mel", contou Prinsloo, que trabalha nesta rota desde 1989.
Além do ambiente festivo, se mantém invariável a origem de boa parte dos passageiros: "britânicos, americanos e australianos" são alguns dos passaportes mais utilizados para reservar bilhetes, cujos preços oscilam entre 900 euros e 1.800 euros, dependendo da temporada e da classe escolhida.
"Os japoneses representam 16% do mercado", destacou Prinsloo sobre a grande novidade na procedência dos usuários do Blue Train, que opera com o nome dado por seus imaculados vagões de cor azul desde 1946.
O histórico trem sul-africano - que atualmente circula a uma velocidade média de 80 km/h - retomou então seu serviço após ter sido utilizado para transporte militar durante a Segunda Guerra Mundial.
"Viajamos em vários trens europeus, mas o Blue Train será nossa primeira grande rota", disse à Efe na sala de espera da Estação de Pretória a australiana Deborah Jones, que viajou à África do Sul com amigos para um casamento e se dispõe a continuar suas férias na Cidade do Cabo depois da união. 

Uma das duas paradas que o Blue Train faz em seu percurso acontece na rota entre Cidade do Cabo a Pretória e é o balneário vitoriano de Matjiesfontein, fundado em 1884 e situado no Karoo.
A escala no sentido contrário é na cidade de Kimberley, a cerca de 470 quilômetros de Johanesburgo e berço da mineração de diamantes na África do Sul.
No local, os viajantes visitam a antiga cidade mineradora, em cujas casas intactas viveram os pioneiros desta indústria, e o Big Hole, o maior buraco do mundo escavado com pá, uma cratera de 214 metros de profundidade com uma superfície de 17 hectares e um perímetro de 1,6 quilômetro. 
Entre 1871 e 1914 foram extraídos da mina 2.722 quilos de diamantes, para os quais foi preciso retirar 22,5 milhões de toneladas de terra, segundo a empresa mineradora De Beers, dona da exploração.
Propriedade da empresa pública ferroviária sul-africana Transnet, o Blue Train possui 19 vagões e pode hospedar cerca de 80 passageiros.

Fonte: Terra Turismo